segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Um pouco da história do Rock...

Encontrei esse infográfico na internet, achei interessante e resolvi publicar aqui no blog.

Divrtam-se
Mauro B. Fonseca



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Helloween - Unarmed

No ano de 2010, a banda alemã Helloween comemorou 25 anos de estrada e como era de se esperar a banda soltou um novo álbum.

O que muitos fãs imaginavam era o óbvio: uma coletânea! Ou na melhor das hipóteses, um álbum com seus maiores sucessos, regravados na voz de Andi Deris. Porém não foi somente isso que aconteceu, a banda relançou seus sucessos com uma roupagem totalmente diferente.

“Dr Stein” que nunca teve um ar sério, ganhou trompetes na introdução, um ritmo mais descontraído e até mesmo um clipe obviamente bizarro!

“Future World” ganhou um formato acústico, dando uma cara muito mais divertida à música!

“If I Could Fly” ganhou uma intro orquestrada e versão acústica. Além disso, ganhou uma pegada bem mais “pop” e comercial. Com certeza também foi uma das que se destacou no álbum.

“Where The Rain Grows” também foi outra que ganhou formato acústico e transformou-se numa balada totalmente diferente da música original.

“Eagle Fly Free” virou uma música totalmente grudenta, com um ar romântico, com direito a vocal feminino acompanhando Andi Deris. Ficou interessante, porém muito comercial.

“Perfect Gentleman” não ficou devendo nada à versão original. Com certeza uma das melhores do álbum.

“Forever & One” executada com o piano acompanhando Deris, ficou ainda mais bonita que a versão original.

“I Want Out” outro clássico empolgante da banda, também ganhou seu formato acústico além de contar com um coro de crianças retratando bem o formato da versão original.

“Fallen To Pieces” ficou pop. Apostaria em outras músicas melhores em seu lugar.

“A Tale That Wasn’t Right” ganhou sua versão orquestrada. Há os que discordarão, porém a música ficou chata, sem aquele grande atrativo. Mas vale a pena ouvir!

Por fim, o grande destaque do CD: “The Keepers Trilogy”. Trata-se na verdade de um medley orquestrado de “Halloween”, “The Keeper Of The Seven Keys” e “The King Of 1000 Years”.  São 17 excitantes minutos de boa música, orquestra e peso. Desde o começo a música cativa, te instiga a ouvi-la mais e mais. Excelente ideia da banda que obviamente foi utilizado ao vivo em turnê. A música poderia facilmente passar dos 17 minutos que não deixaria à desejar.

Um álbum Honesto que com certeza deixa muitos fãs divididos entre o amor e o ódio. Na época do lançamento foi vítima de várias críticas, talvez dos fãs mais radicais, mas no geral é um ótimo álbum pra ser ouvido sem compromisso, despretenciosamente.

Tracklist

01 - Dr Stein

02 - Future World
03 - If I Could Fly
04 - Where The Rain Grows
05 - The Keeper’s Trilogy
06 - Eagle Fly Free
07 - Perfect Gentleman
08 - Forever & One
09 - I Want Out
10 - Falling To Pieces
11 - A Tale That Wasn’t Right

Um abraço,
Victor Hugo Mesquita

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Blaze Bayley - The King Of Metal

Após dois excelentes lançamentos, Blaze passa por dilemas em sua vida. Uma grande mudança ocorreria em sua vida, tanto do lado profissional quanto do lado pessoal. E o que tudo tem haver com essa resenha? TUDO!!!

Todos sabem que um artista, principalmente aqueles que não tem uma gravadora por trás, se vira para sobreviver. Numa cena em que não há quase apoio, um artista independente se torna vítima do capitalismo e tem que dar um jeito para sobreviver. Se não há shows ou se não há vendas consideráveis de CD, alguma medida tem que ser tomada, algum corte há de ser feito.

Então, partindo desses princípios, alegando falta de apoio e assim não tendo como manter uma banda atrelada ao mesmo, Blaze demite toda a Blaze Bayley Band que já tivera a baixa do baterista Larry Paterson, substituído durante a Promisse and Terror Tour pelo italiano Claudio Tirincanti.

Blaze arriscando e talvez dando um tiro no próprio pé, anunciou que a banda que lhe acompanharia dessa vez não seria fixa, ou seja, os membros que gravaram o novo álbum não seriam os mesmos na tour, cada lugar terá seus respectivos músicos locais acompanhando-o.

O nome do álbum é “The King Of Metal” que segundo o Messiah, os Reis do Metal são os fãs.
Mais simples e mais direto, o álbum tem uma sonoridade muito diferentes dos dois anteriores. A qualidade também caiu bastante, isso nota-se desde a capa.

A música “The King Of Metal” abre o album homônimo, com peso e rapidez, porém nem de longe lembra “The Man Who Would Not Die” e “Watching The Night Sky”.

“Dimebag” vem em seguida, e como o próprio nome demonstra, é uma homenagem ao falecido guitarrista do Pantera: Dimebag Darrel.

“Black Country” segue junto a “The Rainbow Fades To Black” que é uma homenagem a um dos gênios do Heavy Metal, o Mestre Ronnie James Dio. Uma música que demonstra a tristeza da perda desse grande homem.

“Fate”, “Judge Me”, “Difficult” e ”Beginning” levam o CD no mesmo ritmo, até o final.

Destacaria a música “One More Step” por ser tocada apenas no piano que acompanha Blaze Bayley em sua performance. O Messiah merece um destaque grande pois consegue expressar seus sentimentos de forma muito clara nas músicas.

O grande destaque do CD é a faixa “Fighter” que conta com uma bela letra sobre a batalha de cada dia, até mesmo podendo ser considerada uma reflexão de Blaze sobre sua vida, sobre cada passo dado até chegarmos a 2012!

Um álbum Honesto, frio, sem grandes atrativos. Como disse no começo da resenha, demitindo Dave, Niko e Jay, Blaze deu sim um tiro no próprio pé. Mesmo que por necessidade, assim declarado pelo vocalista, a banda que o acompanha nesse novo trabalho é muito fraca, à excessão do guitarrista Thomas Zwijsen, que mostra um grande talento, inclusive trabalhando num projeto chamado Nylon Maiden onde toca as músicas do Iron Maiden em forma acústica e muito bem trabalhada como podemos acompanhar no youtube através de seu canal.

Uma pena termos um trabalho tão diferente, o mais fraco de toda sua carreira! Esperamos que num vindouro álbum, Blaze retome a criatividade, o peso, e a vontade de escrever músicas poderosas, que deixem marcas em seus fãs.

Tracklist
 
01 - King Of Metal
02 - Dimebag
03 - The Black Country
04 - The Rainbow Fades To Black
05 - Fate
06 - One More Step
07 - Fighter
08 - Judge Me
09 - Difficult
10 - Beginning

Um abraço,
Victor Hugo Mesquita

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Blaze Bayley - Promisse and Terror

O ano é 2010 e Blaze Bayley volta com o sucessor do álbum “The Man Who Would Not Die”. É a vez de Promisse and Terror, e o que esperar desse lançamento?
 
Novamente o lançamento foi feito pela Blaze Bayley Recordings. A capa tem a mesma tonalidade do álbum anterior, dando a sensação de continuidade. E como em time que está ganhando não se mexe, a Blaze Bayley Band foi mantida intacta!
 
Onze músicas fazem parte do CD, que começa com “Watching The Night Sky” e “Madness and Sorrow”. Ao ouvir, chegamos a conclusão que Blaze começa o álbum da mesma forma que começou o anterior, com músicas rápidas e com riffs bem pesados.
 
“1633”, “God Of Speed”, “City Of Bones” dão uma ótima sequência ao álbum. “Faceless” tem atmosfera parecida com “Robot” de “The Man Who Would Not Die”, uma música pesada, rápida e direta. “Time To Dare” da uma amenizada no clima, uma certa esfriada no álbum.
 
Porém, logo em seguida temos uma quadrilogia que leva o álbum até o seu encerramento. Fazem parte desta quadrilogia “Surrounded By Sadness”, “The Trace Of The Things That Have No Words”, “Letting Go Of The World” e “Comfortable In Darkness”.
 
Uma mistura de sentimentos, emoções, fazem dessa quadrilogia o ponto alto do álbum, talvez um dos pontos mais altos da carreira do Messiah, algo que ele ainda não tinha experimentado, realmente surpreendente. O mais impressionante com certeza foi ver o Messiah tocá-la na íntegra durante a segunta parte da turnê.
 
Mais um álbum MATADOR em sua carreira solo. Pode-se dizer que com “The Man Who Would Not Die” e “Promisse and Terror” Blaze chegou ao ápice de sua carreira e na companhia de músicos que podem não ser excelentes individualmente, não tão técnicos, porém que como um time, funcionam como campeões!
 
Tracklist

01 - Watching The Night Sky
02 - Madness and Sorrow
03 - 1633
04 - God Of Speed
05 - City Of Bones
06 - Faceless
07 - Time To Dare
08 - Surrounded By Sadness
09 - The Trace Of Things That Have No Words
10 - Letting Go Of The World
11 - Comfortable In Darkness

Um abraço,
Victor Hugo Mesquita

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Blaze Bayley - The Man Who Would Not Die

Quando ouvimos o nome Blaze Bayley, logo associamos ao Iron Maiden. E talvez por isso, muitos headbangers não se interessem pela carreira do vocalista.

Não tem o ditado que diz que a primeira impressão é a que fica? Pois então devemos ter uma segunda impressão sobre o Messiah!

Se forem fãs de Iron Maiden e não gostarem dos álbuns “The X Factor” e “Virtual XI”, esqueçam a existência deles! Peguem álbuns do Wolfsbane, ou até mesmo “Silicon Messiah” e “Blood and Belief” e ouçam sem preconceitos!

Após problemas financeiros o Messiah voltou à ativa de forma independente, com uma excelente banda com raízes no Thrash Metal,  que contava com os irmãos colombianos Dave e Niko Bermudez (guitarra e baixo), Jay Walsh (guitarra) e Larry Paterson (bateria) formando assim a Blaze Bayley Band.

O álbum intitulado The Man Who Would Not Die foi lançado em 2008 pela Blaze Bayley Recordings e já impressionava pela capa bem desenhada em tons escuros e bem assustadora.

Ao colocar o cd no player, já começamos com uma porrada nos ouvidos que é a faixa título do álbum “The Man Who Would Not Die”. Riffs pesadíssimos, música acelerada e o Messiah cantando como nunca se viu antes.

“Blackmailer”, “Smile Back At Death” dão sequência ao álbum com a mesma pegada a música de abertura.

“While You Were Gone” é a pesadíssima e dramática música do álbum. Uma música que mostra toda dor e sofrimento de Blaze na perda de sua ex-esposa Debbie, que faleceu durante a gravação do álbum. A mistura de todos os elementos citados, transformou-se em uma bela canção!

“Samurai” além de ser uma das melhores do álbum, funciona perfeitamente ao vivo, reconhecível nos primeiros segundos graças à introdução de baixo de Dave Bermudez.

“Crack In The System” e “Robot” dão sequência ao álbum. Por sinal essa última é a música mais rápida do álbum e não menos pesada que as outras.

“At The End Of The Day”, “The Truth Is One” e “Serpent Hearted Man” levam o álbum ao seu final, sem deixar a qualidade e o peso diminuírem.

“Waiting For My Life To Begin” e “Voices From The Past” são duas excelentes músicas que merecem ser destacadas. “Voices” inclusive traz uma emoção muito grande em seu refrão.

Um álbum MATADOR que merece somente críticas positivas. Um excelente modo de se reerguer na carreira!

Se você pegar esse álbum para ouvir sem nenhum preconceito, com certeza o colocará em sua coleção. Vale cada centavo gasto, cada segundo ouvido. Arrisco a dizer que sua reação ao ouvir será: Esse é mesmo Blaze Bayley? E eu lhe responderei: Sim! Mas não o Blaze Bayley do Iron Maiden e sim, Blaze Bayley e seu enorme e surpreendente potencial que muitos nunca deram a oportunidade de ouvir!

Tracklist

01 - The Man Who Would Not Die
02 - Blackmailer
03 - Smile Back At Death
04 - While You Were Gone
05 - Samurai
06 - Crack In The System
07 - Robot
08 - At The End Of The Day
09 - Waiting For My Life To Begin
10 - Voices From The Past
11 - The Truth Is One
12 - Serpent Hearted Man


Um abraço,
Victor Hugo Mesquita

domingo, 30 de setembro de 2012

Divulgue sua banda...

As bandas que quiserem mandar suas agendas de shows para serem divulgadas aqui no blog True Metal Brazil, podem mandar as informações para truemetalbrazil@gmail.com.

Podem enviar também links de divulgação, download de músicas e sites oficiais...

Divirtam-se...

The band who want to send your scheduled shows to be published here on blog True Metal Brazil, can send the informations to truemetalbrazil@gmail.com.

You can also send links to download music and official websites...
Have fun...

Equipe True Metal Brazil

sábado, 29 de setembro de 2012

Metalmorphose, Stress e Centúrias em São Paulo

As bandas Metalmorphose, Stress e Centúrias se apresentarão no dia 7 de outubro (domingo) no Manifesto Bar, em São Paulo (SP). A aliança entre as bandas visa a celebração dos pioneiros da cena nacional, com o lançamento do novo disco do Metalmorphose, a marca de trinta anos do lançamento do primeiro álbum dos paraenses do Stress, e o retorno do Centúrias à ativa.

Os ingressos para o evento estão à venda através da Ticket Brasil.

Serviço:
Metalmorphose, Stress e Centúrias
Data: domingo, 7 de outubro
Local: Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi - São Paulo/SP
Fone: (11) 3168-9595
Abertura da casa: 18h
Entrada: R$ 20
Pontos de venda: Manifesto Bar e pela Internet através da Ticket Brasil
Cartões: Visa, Mastercard e Dinners
Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop
Censura: 16 anos
Estacionamento: Vallet service (com seguro) na porta - R$15
Acesso a deficientes / ar condicionado

Sites relacionados:
Manifesto Bar
Metalmorphose
Centúrias
Stress